Natal-Guirlanda
Guirlanda, grinaldas,festões e arranjos com folhagens nasceram
com a superstição de que heras, pinheiros, azevinho e outras plantas
ofereciam proteção, no inverno, contra bruxas e demônios. Seus ramos eram usados para afugentar a má-sorte. Representa a mandala, um diagrama em
círculo lembrando que a nossa vida é um ciclo de nascimento e mortes.
Os druidas acreditavam que o visco, um tipo de planta, tinha poderes medicinais
e curava enfermidades. Montavam guirlandas pendentes, na época de Natal, em casa, nos carvalhos da floresta, e se inimigos se encontrassem sob elas, eram obrigadas a um armistício por certo tempo.
A “erva passarinho” também fazia parte do folclore dos druidas. Eles a distribuíam ao povo. Para que este a colocasse sobre a porta de suas casas,
atraindo paz, felicidade e concórdia para os familiares. Acreditavam que essa planta, que “aparece” sobre certas árvores até hoje “vem do céu”, e pó isso é
abençoada. Os índios navajos, norte-americanos, faziam uso das guirlandas de
ervas para fins terapêuticos. Para os hindus elas serviam como “estimulante
da meditação”.
Simbolizando a vida eterna e a paz, a guirlanda está presente na decoração
Natalina atual. Diz antiga lenda que se as pessoas sob ela atrairão sorte para si.
Ela é sinal de esperança e vida: sua fita vermelha representa o amor de Deus que nos envolve, e as velas acesas, a fé e a alegria.
